Fórum Nacional

Orkut do Fórum Baiano

Campanha Contra o Extermínio da Juventude Negra

Campanha Contra o Extermínio da Juventude Negra

Dicas de Site

Dia de Mobilização Contra o Extermínio

Aprovação do Projeto do Fundo de Apoio as Juventudes Negras e à Campanha Nacional contra o Extermínio das Juventudes Negras

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Caros amigos do Fórum Nacional de Juventudes Negras e do Instituto Cultural Steve Biko! Informo que o projeto código P0127371 “Fundo de Apoio as Juventudes Negras e à Campanha Nacional contra o Extermínio das Juventudes Negras (regranting fund for the campaig agains mass-murder of black young pleople)”, no valor de U$57,000 (cinqüenta e sete mil dólares) foi formalmente aprovado pela Fundação W.K. Kellogg nos EUA e que o instituto Steve Biko também passou na análise de elegibilidade institucional. A transferência dos recursos para a Biko deverá ocorrer entre Maio e Junho. A equipe da Biko deve ficar atenta com o gerente do banco da conta corrente enviada à Kellogg, pois só o gerente pode informar da chegada dos recursos, para realização da conversão cambial do Dólar para o Real. Parabéns para todas pelo belo trabalho em equipe! Agora vamos trabalhar para a promoção da equidade racial através do fortalecimento dos grupos de juventudes negras no Nordeste do Brasil, a partir da Campanha Nacional de Combate ao Extermínio das Juventudes Negras. Gostaria que vocês me indicassem que será a pessoa (ou pessoas) de referência deste projeto para comunicação por e-mail. É importante mencionar que esse não é o único fundo que a Fundação Kellogg está apoiando neste momento, e que em breve estaremos colocando vocês em contato com os demais fundos para troca de experiência, bem como para evitar sobreposição de atividades e projetos apoiados. Gostaria de marcar uma reunião com vocês também, assim que possível, após a chegada dos recursos, para contar mais sobre isso. Agendaremos essa reunião mais pra frente. Um forte abraço, e mais uma vez parabéns! Rui Mesquita - Associado de Programação para a América Latina e o CaribeFundação W.K. Kellogg Alameda Rio Negro, 1084 - Cj. 31 - Alphaville Barueri, São Paulo - Brasil - 06.454-000Tel: (11) 4191-2233, ramal 113 Fax: (11) 4195-0992 rui.mesquita@ wkkf.org www.wkkf-lac.org W.K. Kellogg Foundation One Michigan Avenue East Battle Creek, Michigan, USA Postal Code: 49017-4012 Tel: +1 (269) 968-1611 www.wkkf.org

Manifesto em apoio ao Min. do STJ , Joaquim Barbosa

terça-feira, 28 de abril de 2009

Olá Pessoal! Ainda sob o impacto da indignação socializo e solicito a máxima divulgação do abaixo assinado em apoio ao Excelentíssimo Ministro Joaquim Barbosa que não se calou diante do "Coronelismo" que impera no STJ e foi isolado. Estou divulgando todos os endereços eletrônicos que recebi para enviamos manifestações de apoio, acredito ser importante cada um de nós enviar a sua opinião diretamente para o Ministro e para todos do STJ, e que não fique apenas entre nós, em nossas listas de discussão, mas que chegue até Brasília. Vamos levar este tema para dentro de nossas Conferências de Igualdade Racial nos municípios, nos Estados e para a Nacional. VAMOS FAZER BARULHO PESSOAL! 1 - Por Januário Garcia: Envie mensagem de apoio. http://www.stf. jus.br/portal/ centralCidadao/ mensagem. asp 2 - Por Marcio Alexandre: Assine e divulgue a nota de apoio ao Ministro Joaquim Barbosa.http://www.petition online.com/ qd321567/ petition. html 3 - Por Fernanda Tardin - VAMOS nós, 180 milhões de brasileiros apoiar o Barbosa. Ellen Gracie - ellengracie@ stf.gov.br Gilmar Mendes - mgilmar@stf. gov.br Celso de Mello - mcelso@stf.gov.br Marco Aurélio de Mello - marcoaurelio@ stf.gov.br Cezar Peluso - carlak@stf.gov. br Carlos Britto - gcarlosbritto@ stf.gov.br Joaquim Barbosa - gabminjoaquim@ stf.gov.br Eros Grau - gaberosgrau@ stf.gov.br Ricardo Lewandowski - gabinete-lewandowsk i@stf.gov. br Carmen Lúcia - anavt@stf.gov. br Menezes Direito - alexandrew@stf. gov.br CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA: cnj@cnj.gov. br

Saudações irmãs e irmãos!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Precisamos urgentemente voltar as nossas atenções a I Conferência Nacional de Segurança Pública. Temos insistentemente pautado o genocídio da juventude negra, no entanto estamos inertes a esta agenda que vai trazer as novas diretrizes para a Segurança Pública no Brasil. Ou seja, estamos conformando aos interesses ideológicos do coro dos contentes como diz Wal. Vejamos que teremos na delegação nacional; 30% da representação do Poder Público, 30% de trabalhadores de Segurança Pública e 40% de representação da sociedade civil, leiam-se neste ultimo segmento, como elegíveis, as entidades que atuam no âmbito da referida polí­tica de Segurança Pública e que podem estar afinadas ou não com o 60% representativo do Estado/Governo; ONGs que vão lucrar com o PRONASCI - Programa Nacional de Segurança Publica e Cidadania. Aqui, por exemplo, a FAMED, entidade da sociedade civil, membro da COE tem como representante formal da entidade, um policial militar e, está na disputa de concepção de segurança pública para a Conferência Nacional. O cenário ta quase fechado, nosso time ta em desvantagem e ainda não tratamos nenhuma tática e/ ou estratégia polí­tica. Vamos potencializar as conferências livres nas comunidades, que de certa forma são uma forma de participação fazer vistas grossas, compactuando através do silêncio? Na reunião do juventude Negra, no mês e março em Brasília, por conta do lançamento CONAPIR, pensamos em montar um Mo camburão das às etapas do CONSEG para desenvolver a partir dele, estratégias de denúncias constrangimento e correlação de força cuja finalidade pretende chegar perto do êxito que tivemos na Conferencia Nacional de Juventude com a aprovação das propostas contidas no relatório do ENJUNE como Primeira Prioridade. Mas, para tal efeito precisamos de mais disciplina e de uma metodologia contra-hegemônica, porque nenhum de nós militantes vai a Brasí­lia para estritamente ficar em hotel de qualidade e comer comida boa, apesar de esses aspectos serem latentes na maioria de nós que brigamos para sair como delegadas (os) nestas conferências. Nesse caso especial são bem capaz de servirem carne preta ensangüentada no almoço e no jantar. As outras conferências permitiram a participação popular horizontalizada, mas, neste momento que se vai pensar à polí­tica genocida do Estado, mantida no atual conjuntura os interesses se chocam e nem sequer vemos as juventudes e os segmentos que se organiza eficientemente por dentro dos partidos se pronunciarem. Já passou da hora de nos afinarmos, nos apropriarmos devidamente do cenário nacional com as nossas representações na Comissão Organizadora Nacional e irmos conjuntamente para cima, não pra aplaudir, mas para fazer o enfrentamento necessário.

Progrma " Na Mira" tem suspensão cancelada

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A emissora Tv Aratu optou em pagar a multa de 50mil por dia e manter a atração de terror no ar com o programa Na Mira. A liminar saiu, mas se os patrocinadores assumiram o ânus.Durante a manhã de hoje, em reunião na sede do MPE, os promotores de justiça Almiro Sena (Cidadania), Isabel Adelaide Moura (Criminal) e diretores da emissora firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em que ficou acertado o pedido de suspensão da liminar que proibia a veiculação do programa e foram estabelecidos critérios de adequação para o conteúdo exibido. Nos resta agora criar algum outro mecanismo que traga resultados mais eficientes. Vamos lutando...

Juiz determina que programa 'Na Mira', Tv Aratu, seja retirado do ar

O esforço político, corroborado a um diálogo incisivo com o Ministério Público, paulatinamente orquestrado pelo Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra, Fórum Baiano de Juventude Negra, Instituto de Mídia Étnica, Pedra do Raio, Instituto Steve Biko, ASFAP - Associação de Familiares e Amigos de Presas (os) dentre outras entidades do movimento negro baiano conseguiu retirar do ar uma produção de terror, que colocava o povo negro NA MIRA do sensacionalismo. O juiz da 4ª Vara Cível de Salvador, Manuel Bahia, determinou ontem a retirada do "Na Mira", transmitido pela TV Aratu/SBT. Porque logo pela manhã, a referida atração midiática mostrava de forma degradante toda a desgraça que o racismo injetou nas nossas comunidades e “replesava” na hora do almoço, a fim de que a carne de nossas irmãs e irmãos expostos, cravados de balas, nos causasse além da indigestão, agonia mórbida. Não hesitavam em violentar as nossas crianças que, logo depois do maldoso desenho infantil, o pica-pau, assistia maldades em tempo real; em cor vermelha de sangue emanado de gente preta. Sem o menor pudor exibiam cenas de abuso sexual às crianças e adolescentes, ridicularizam os tutelados pelo Estado, os que se encontram sob regime de privação de liberdade, e por último, estigmatizava os bairros periféricos impossibilitando a juventude negra residente de estas localidades serem elegível às vagas de emprego. Um mal a menos, por enquanto. Vamos lutando por todos meios necessários, pois onde há dor também há resistência.